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    ...sinto-me como um ornato composto de traços ondeados que se cruzam e entrelaçam com simetria; tentando me redescobrir e me reinventar sem perder a essência. Com essa probidade, quero, aqui, manter em mim esse vento de espírito jovem, essa curiosidade infantil em relação ás coisas, essa espécie de encantamento em relação ao ser humano. Quero crer que somos muito maiores e mais interessantes que as barreiras que o mundo impõe e que os limites que a vida oferece. Acredito na transformação dos sentimentos e no melhor de cada um. Quero que minha inspiração esteja sempre afiada; colocando em harmonia instinto, alma, criatividade, percepção e uma dose de crítica, que pra mim funciona como uma espécie de veneno destilado. De certa forma, viver, também é seguir essa premissa. O veneno que me refiro é aquele acompanhado de uma grande quantidade de conhecimento, que servirá para discernirmos opiniões. Enfim, se você quer se redescobrir e compartilhar instantes, detalhes e informações; venha fazer parte do meu mundo!
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TONHÃO NASCEU!!

barriga com o Tonhão

Este post é dedicado ao Tonhão, o membro mais lindo da família da minha, velha e querida amiga de Facu, Bianca (velha porque já tem 10 anos que a conheço). Por isso, postarei mais fotos. Ah! Tonhão é o apelido carinhoso que os pais deram, antes dele nascer (tinha que ser os pais mesmo, né?!rsrs). Eu sei…soa estranho no inicio, mas depois você acostuma. O nosso garotão se chama Antônio Bechelli Donato da Silva, nasceu ontem (30/07), com 3,470Kg e com 49cm. Enorme!! hehehe, na verdade pelo tamanho, faz jus ao apelido..rsrs. Olha que LINDOOO:

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Tonhão

Papai e Mamãe, que sementinha linda vocês plantaram no jardim da existência. E é com muito carinho e amor que sei que a regarão no decorrer dos dias e por isso os parabenizo nesta data mais que especial; por este presente tão abençoado. Na verdade, uma dádiva de Deus!!

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Que ele seja como um raio de sol, iluminando e aquecendo os corações de todos.

DSC04705

Mamãe Bianca

papai marcelo

Papai Marcelo

Momentos antes:

Bianca

Olha a cara dos dois babãos, isso porque aí nem tinham idéia de como seria lindo o menino..rsrs. Imagina agora?!

papai e mamãe

Parabéns, meus “AMORIS”, desejo toda felicidade do mundo!!

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LIVRO “BRASIL POR BRASILEIROS”: UMA OBRA COLETIVA E BRASILEIRA

Pessoal, já abracei essa idéia. Entre nessa

você também!! Leia o texto da *Maira

Engelmann pra entender e

conhecer o projeto:

 

brasil_costura

Um projeto inovador, baseado em transparência e coletividade. É assim que podemos definir o projeto do livro ilustrado ainda “sem nome”, chamado nesse período de gestação de “Brasil por brasileiros”.

“Brasil por brasileiros” é um nome que, apesar de não ser já o nome definitivo do livro, já nos diz o que é esse projeto. O projeto desse livro é baseado principalmente na premissa de que não há ninguém melhor no mundo para apresentar nosso país através de fotos e relatos do que nós, os brasileiros. E o nosso livro vai, além disso, pois ele também irá trazer o que é o Brasil visto por brasileiros de todas as dobras do nosso país. Sim, é nesse ponto que o projeto traz sua idéia de coletividade, afinal a visão que se tem de Brasil no sul, no norte, no leste e no oeste é completamente diferente e muitas vezes inversa e controversa.

É um livro que vem sendo projetado e idealizado já coletivamente. No começo era apenas uma idéia crua e sem forma, mas agora com a participação de diversos brasileiros comuns de diferentes eixos do país, a idéia já está amadurecendo e tomando formas variadas e coloridas. Será um livro ilustrado colorido e apaixonante. O fato de ser colorido não é um desejo estético, mas sim proposital e indispensável, pois as cores fazem o Brasil, ou seja, se queremos mostrar o Brasil, precisamos apresentá-lo com todas suas cores. Apaixonante, pois em cada foto iremos trazer sentimentos e histórias, ou seja, não serão “apenas” fotos que você vê e diz que são lindas. Serão fotos seguidas de sentimentos e histórias, fazendo com que o leitor aprenda mais sobre nós, sobre nossa cultura e sobre nossa forma de sentir e de viver.

Temos hoje mais de 500 fotos já pré-selecionadas de mais de 1000 recebidas e estas já estão sendo publicadas para apreciação e inspiração no site http://www.flickr.com/groups/livrobrasil/. Ainda não são as fotos definitivas, pois sei que ainda iremos receber muitas outras e, principalmente, sei que muitos outros brasileiros irão logo se juntar a nós, trazendo muito mais imagens e relatos.

Olhando nosso álbum de fotos pré-selecionadas verão que os participantes já captaram a essência do projeto, pois a cada nova foto, se aprende mais sobre nós mesmos. Com muitas é impossível não se emocionar e com outras é incontrolável o desejo de querer estar dentro delas. Verão que muitas não são o que se poderia chamar de “fotos maravilhosas” olhando do ponto de vista profissional dentro da área de fotografia, mas lendo mais sobre o projeto entenderão que o objetivo principal do livro não é trazer apenas o que é belo, mas sim trazer tudo que é representativo dentro da nossa realidade. Esse não é um livro para atrair turistas que desejam ver apenas coisas belas, é um livro para ensinar aos turistas estrangeiros e não estrangeiros um pouco mais sobre o que é de verdade o Brasil. Sim, o objetivo não é atrair ninguém de fora, mas sim mostrar aos próprios brasileiros nossa diversidade e riqueza, aumentando dessa forma o respeito entre os eixos e o interesse em criar uma união, partindo da verdade mais pura e importante de que SOMOS TODOS BRASILEIROS.

Quer saber mais sobre o projeto? Entre no nosso site http://projetolivrobrasil.wordpress.com/ e participe!

“Quem não gosta do Brasil não me interessa.” (Gilberto Amado – Escritor Sergipano)

* ESSE TEXTO FOI PRODUZIDO POR MAIRA ENGELMANN PARA DIVULGACAO PÚBLICA DO PROJETO – SUA DIVULGACAO É LIVRE, DESDE QUE A AUTORA SEJA DEVIDAMENTE CITADA – FAVOR, ENVIAR O LINK DO SITE DE DIVULGACAO PARA A MESMA QUE PODE SER ENCONTRADA NO BLOG RETRATOS E RELATOS*

CONTATO:
http://retratoserelatos.com/

SANTO ANDRÉ EMPATA COM CORINTHIANS, MAS FOI O MANDANTE DA PARTIDA – CAMPEONATO BRASILEIRO

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Não sei se já mencionei em algum lugar no blog que não sou muito fã de ficar assistindo a jogos de futebol. Exceção pra Copa e pros jogos do Ramalhão. Poucos sabem dessa minha paixão pelo time andreense; quanto à cidade, nossa nem preciso falar. Há cinco anos morei durante 1 ano bem no Centro de São Paulo, na avenida Cásper Líbero, paralela com as avenidas Ipiranga e São João (famosas pela música de Caetano), foi uma experiência impar…dessa época tenho tantos “causos” pra contar, como diria meu avô, mas fica para um outro post rsrs…Falo sempre brincando mais é a mais pura verdade; sou “andreense da gema” e quando o assunto envolve minha “terra”; nossa meu coração bate mais forte…mesmo morando a um pouco mais de dois anos e meio em São Bernardo; não me sinto em casa como em Santo André. Pra você ter uma idéia eu mal conheço o Centro daqui. Tudo que preciso fazer fora de casa, como compras (eu amooo – exceto supermercados, esse eu detesto) até consultas médicas; pior Pronto Socorro; olha eu em Santo André. Hehe!!

Mas voltando ao futebol, ontem à noite fiquei em casa em baixo dos cobertores, com aquele friozinhooo, acompanhando a partida que pra mim, como uma ramalhina foi um clássico. Acho que o prédio inteiro me ouviu gritar, tanto com os jogadores, quanto com os comentários irritantes do Cleber Machado. Cada pulo no sofá voava pipoca pra todos os lados da sala. Minha orelha queimava; também aqui tem um monte de corintianos, imagina….hahaha!!!

Apesar dos momentos de irritação, o normal de uma torcedora que não entende, absolutamente, nada de futebol foi um jogo gostoso de ver. Melhor seria se eu estivesse lá, no meio da torcida…eu sei que apanharia na saída….rsrs. Mas a chuva companheira de todas as noites, op´s e dia também, nos permite uma preguiça gostosa pra ficar em casa, né?! Ontem não foi diferente a chuva estava forte e não deu trégua. Em compensação, em São José do Rio Preto, nem parecia que chovia, o Santo André, superior na partida, abriu o placar aos 19 minutos do segundo tempo de uma maneira que os corintianos conhecem bem: MARCELINHO CARIOCA COBROU FALTA COM PERFEIÇÃO, no ângulo esquerdo de Felipe, sem chances para o goleiro corintiano. Tá certo que dez minutos depois, Souza sofreu pênalti convertido por Chicão.

marcelinho carioca

Mas, gente, vamos ser francos…gol de pênalti é tão injusto…empatar ou ganhar um jogo dessa forma deveria ser errado. Apesar, de acontecer direto, o jogador tem que ter muito azar pra errar essa cobrança; mesmo com o melhor goleiro do mundo na sua frente. Eu acho errado e pronto; Mesmo assim, vou mostrar meu ponto de vista. Vamos usar o jogo em questão:

Desentrosada, a equipe corintiana sofreu pressão do Santo André do início ao fim do jogo. Aos 11min, o atacante Osny recebeu cruzamento e chutou, mas Felipe saiu do gol e defendeu. Em seguida, Ricardo Conceição chutou cruzado e o goleiro corintiano espalmou. Aos 22min, Marcelinho assustou em cobrança de falta, mas Felipe salvou de novo.

O Corinthians teve sua primeira grande chance só aos 27min, quando Henrique virou e chutou, mas Neneca defendeu. No minuto seguinte, o Santo André voltou a assustar: após falha da zaga corintiana, Antônio Flávio acertou o travessão de Felipe.

Tá vendo…só deu Ramalhão. Aí por causa dos jogadores “cavalos” que entram com aqueles carrinhos desnecessários “na grande área (coisa ridícula)” é pênalti. Sou contra.

Por falar em jogadores estúpidos, Dentinho conseguiu ser expulso infantilmente…os corintianos têm que concordar que ele deu uma entrada inútil; pior, no meio-de-campo…hahahaha. Por fim, com o resultado, a equipe de Mano Menezes foi aos 24 pontos e caiu da quinta para a sexta posição. O Santo André, por sua vez, tem 18 pontos. Com a igualdade no jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, o Ramalhão mantém a invencibilidade diante do Alvinegro desde que este é comandado por Mano Menezes.

Agora, na Era Mano, são quatro empates no mesmo número de jogos (as outras igualdades aconteceram por duas vezes na Série B de 2008 e em uma oportunidade no Paulista deste ano). Por isso, pra mim o jogo foi um clássico. Eu sei que você pode estar falando: se o time fosse tão bom teria feito os gols que o Felipe defendeu. Entretanto, o Ramalhão teve sua última participação no Brasileirão em 1984, após 25 anos de espera volta à série A. Gente vamos concordar que é muito tempo, né?! Claro que o time poderia estar jogando melhor, mas por não perder e se ele não cair na zona de rebaixamento, o que é fundamental, mesmo faltando pouco pra isso, mas tenho fé que não acontecerá e o meu time continuará na série A, já estou feliz, nem precisa ganhar o campeonato; deixa que levaremos a taça no ano que vem!! Sorte Santo André e se mantenha firme. A torcida ramalhina agradece!!

Na próxima rodada, no domingo (02), o Santo André enfrenta o Goiás no Anacletto Campanella.

JORNALISTA, COZINHEIRO OU JAGUNÇO? – EIS A QUESTÃO

Diante das decisões dos Excelentíssimos Senhores iluminados ministros da Suprema Corte, me sinto uma GRANDE PALHAÇA IDIOTA...isso, aí pessoal!! Vamos rir, isso é Brasil.

Diante das decisões dos Excelentíssimos Senhores iluminados ministros da Suprema Corte, me sinto uma GRANDE PALHAÇA IDIOTA...isso, aí pessoal!! Vamos rir, isso é Brasil.

FONTE: FENAJ

* Trajano Jardim

O Supremo Tribunal Federal decidiu, em 17 de junho, que, para o exercício da profissão de jornalista, não é obrigatório o diploma universitário. Com essa resolução, qualquer pessoa poderá exercer o jornalismo, mesmo que tenha apenas curso primário. Pior ainda – as empresas poderão contratar, para cargos como o de repórter ou editor, os seus apadrinhados, compadres, protegidos políticos, independentemente do preparo da pessoa para a responsabilidade dessas funções.

Os votos proferidos pelos iluminados senhores da Suprema Corte são uma demonstração de desconhecimento total acerca da profissão de jornalista e do que seja liberdade de expressão. A liberdade de expressão é exercida pelos detentores do oligopólio da mídia, em todos os seus cruzamentos ilegais. O exercício da profissão de jornalista é um direito inalienável daqueles que têm a formação acadêmica para exercê-la, tal qual o senhor Gilmar Mendes e seus companheiros de magistratura, que só podem exercer a advocacia se tiverem formação específica.

A regulação da profissão, ao contrário do que argumentaram os Excelentíssimos Senhores iluminados ministros da Suprema Corte, nunca foi obstáculo a qualquer pessoa, nem mesmo pseudo-literatos que se arvoram em escritores de coluna de jornal. A prova disso é que 90% do conteúdo jornalístico, nos meios de informação, não são elaborados por profissionais do ramo. O questionamento que se apresenta é sobre os profissionais que produzem a notícia.

O que as entidades discutem e defendem é que, para exercer a profissão de jornalista, o indivíduo tenha formação teórica e prática. Teoria que dê, ao profissional, conhecimentos básicos de filosofia, sociologia e ética, além de uma visão humanista do mundo e do meio em que ele vive; prática das técnicas de redação jornalística, de reportagem e de entrevista; princípios de responsabilidade social, compromisso com a verdade, respeito à fonte, compreensão de cidadania e independência de opinião. Todos esses pressupostos são básicos e o jornalista, da mesma forma que o advogado, o médico e outros profissionais, só os consegue no curso de formação.

A decisão do STF revelou o caráter de classe da Justiça brasileira. Não acreditamos que esses senhores, detentores de diploma, que se auto-intitulam cientistas do Direito, donos da verdade e possuidores do conhecimento iluminado dos deuses do Olimpo, confundam liberdade de expressão com direito do exercício da profissão.

Tem razão o senhor Gilmar, relator do processo, na sua afirmação de que o diploma não evitaria danos a terceiros. Da mesma forma, o diploma não livra a sociedade de advogados e juízes que se vendem ao poder econômico. Mas ele se equivoca ao dizer, no seu inusitado voto, que “as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional”. Se assim pensa o magistrado, ele advoga o determinismo na conduta do indivíduo e nega o papel da família e da escola na formação do sujeito.

Mendes lembrou que o Decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar, do jornalismo, intelectuais contrários ao regime. Isso não passa de um subterfúgio de quem descende de latifundiários e jagunços que, no seu conjunto como classe, formou a argamassa social que legitimou o golpe militar de 1964. A ditadura afastou, perseguiu e assassinou profissionais jornalistas que se colocaram em defesa da democracia e contra o arbítrio, como Herzog, Bomfim e tantos outros.

Sete ministros acompanharam o voto do relator, descambaram para a posição subserviente do presidente do STF aos barões da mídia. O relator Mendes nunca negou sua aversão aos jornalistas e órgãos da imprensa independentes. Estes, que têm desnudado as práticas lesivas, à sociedade, do senhor Mendes e sua família, tanto do ponto de vista jurídico quanto do cidadão Gilmar, nas suas escaladas pelo Mato Grosso. Nesse sentido, o que disse Lalo Leal, em artigo publicado na Carta Maior (9/7), tem fundamento: os nobres julgadores “mostraram em seus votos desconhecer a matéria em julgamento”.

Com resquícios de preconceito, Gilmar Mendes diz, em seu voto, que a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar, nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão.

Mais uma vez, o ministro erra de forma deliberada. A formação de jornalista requer que o aluno passe por cerca de 200 princípios curriculares – filosóficos, sociológicos, éticos, morais, antropológicos e técnicos. Vale perguntar, sem qualquer desmerecimento, se, no curso do senhor Gilmar Mendes, na escola de Direito de sua propriedade, o aluno tem essa gama de estudo.

Nesse festival de hipocrisia a que assistimos por força do diploma e das nossas entidades de classe, pudemos sentir de perto o caráter de classe da Justiça brasileira. Esse caráter de classe está inserido em cada voto dos senhores ministros, haja vista a comparação feita, pelo relator, em relação à profissão de jornalista e a outras, justamente aquelas que agregam, em sua maioria, o estrato da sociedade formado pelas camadas mais populares.

Temos o maior respeito por todas as profissões. Cada uma delas é importante no contexto produtivo e de crescimento do nosso país, quando exercida com ética e respeito pelo outro e suas diversidades. Diferentemente do senhor Gilmar Mendes, que, com as benesses do dinheiro público, pode, até mesmo, levar a esposa para comprar cosméticos numa linda manhã de sol de domingo usando a estrutura do Estado – carro oficial, seguranças e outros quejandos.

Perdemos uma batalha, mas não perdemos a guerra. Sabemos combater o bom combate. Embora a grande mídia só abra espaço para os que são contra a obrigatoriedade do diploma (só o Jânio de Freitas teve espaço), não vamos ensarilhar nossas armas. Apesar de insistirem, as ideias plutocratas irão para o monturo das excrescências da lata do lixo. Seremos sempre jornalistas, cozinheiros, marceneiros, psicólogos, operários, nunca jagunços.

* Jornalista e professor

OFF

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Ufa!! finalmente chegou…hehehe

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SOS MARIDÃO

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Quando começou o inverno promovemos em casa a noite do fondue (se quiser ler o post é: fondue e seu poder encantador de celebrar a amizade), não sei se lembra, mas fiz um breve comentário sobre os homens na cozinha. Pois bem, passada nossa comemoração, após 20 dias fui devolver a tapoer da Fátima, a qual veio cheia de uvas…uh, estavam deliciosas!! Antes que fale alguma coisa, eu sei…rsrs, demorei muito tempo pra devolver a vasilha da minha amiga que mora dois andares abaixo do meu. É uma vergonha, né?! Porém, minha mãe me ensinou, acho que isso é coisa da mãe, ou, da avó dela, que é falta de educação devolver essas vasilhas “vazias” para seus receptivos donos. Isso não tem nada haver com o Nê e comigo, não somos encanados com essas coisas. Pra nós o que importa é que o recipiente retorne limpo, certo?!

Mas sabe que dessa vez eu encanei com isso. Acho que foi porque demoramos muito tempo pra devolver a tapoer, mas eu sou muito esquecida com essas coisas domésticas, no entanto acredite não foi por querer. Só sei que quando me lembrei, fiquei com vergonha de chegar a casa dela com a vasilha vazia.

Após esse parágrafo nem preciso dizer que sou um terror na cozinha. Você acredita que mal sei ferver água?! Não responda tá. Na verdade eu sei; porém sempre me esqueço das panelas no fogão. E antes que pergunte, só domino uma boca do fogão por vez. Duas panelas juntas pode crer que vai acontecer alguma coisa. Ou queimo a comida ou me queimo, o que é muito pior. Dá pra acreditar que esses dias esqueci a água fervendo e quando lembrei já havia evaporado e estava queimando a chaleira??! De acordo com meu marido, sou um risco de vida quando estou nesse ambiente da casa…rsrs.

Literalmente, o Nê é o oposto; graças a Deus!! Se o Nê não soubesse cozinhar estaríamos fritos; ou só comendo lanches…hahaha. Em casa quem “manda” é o maridão. Como nos outros lares a palavra final é minha, após a pergunta dele: Mor, o que achou do jantar? Eu respondo: nossa estava maravilhoso, perfeito; melhor impossível!! Na maioria das vezes já elogio antes mesmo dele perguntar. O Nê cozinha muitttooooooo!! Tudo que ele inventa fica divino, tanto doce quanto salgado. Por isso, que no mesmo dia que recordei do ocorrido e falei pra ele, meu amor entrou em ação e colocou um bolo de coco pra assar em menos de 5 minutos. Caso resolvido e, daí veio o SOS Maridão!!

Repetindo o que relatei no outro post; por causa dos horários mal conhecemos nossos vizinhos, e os únicos que são nossos amigos é o Marcos e a Fátima, um casal nota 10. Naquela noite do fondue não sei como não interfonarão reclamando do barulho. Também, imagina, ficamos tempos se nos ver e quando nos encontramos queremos contar tudo o que aconteceu. Mas já viu casais que falam e riem alto juntos?! Pois bem, somos nós. A gente se empolgada…rsrs.

bolo-de-coco Com essa história toda, tapoer entregue recheada com bolo de coco (meu favorito). Passados outros 15 dias; Fátima e eu nos encontramos no estacionamento. Ela mal fechou a porta do carro e já veio falando: mulher, que bolo era aquele?! Que macio; uma delicia! Você tem que me dar à receita. E a cobertura, que suave, amei, pode me ensinar porque se me der coragem hoje mesmo ligo a batedeira. Pronto. Bastou pra eu cair na gargalhada, né?! O pior, que quando ela me viu rindo já foi falando: já sei, foi o Ricardo que fez. Em seguida soltou a dela: o Ricardo tem que vir em casa dar umas aulas de culinária pro Marcos. O suficiente pras duas entrarem no elevador chorando de rir. Mas a melhor parte foi quando narrei à receita: bolo de caixa coberto com leite de coco e coco ralado…a Fátima não acreditou e soltou mais uma pra continuarmos gargalhando. “não sei como o Ricardo consegue fazer um bolo de caixa ficar tão gostoso daquele jeito, ele deve ter algum segredo?! Preciso ir à sua casa pra trocar receitas com ele”….olha as risadas novamente e eu assinando minha declaração de cozinheira fracassada…hahaha.

Ainda bem que acabou aquela história de conquistar homem pelo estomago. Se eu precisasse cozinhar pra conquistar alguém….meu Pai do céu, estaria solteira até hoje….contudo tomei uma decisão. Vou aprender a cozinhar. Quero dizer; vou tentar. Ah! já é alguma coisa, né?! Poxa, eu não gosto….mas vou fazer um sacrifício. Depois relato minha experiência. Hasta luego!!