• Guilhoché…

    ...sinto-me como um ornato composto de traços ondeados que se cruzam e entrelaçam com simetria; tentando me redescobrir e me reinventar sem perder a essência. Com essa probidade, quero, aqui, manter em mim esse vento de espírito jovem, essa curiosidade infantil em relação ás coisas, essa espécie de encantamento em relação ao ser humano. Quero crer que somos muito maiores e mais interessantes que as barreiras que o mundo impõe e que os limites que a vida oferece. Acredito na transformação dos sentimentos e no melhor de cada um. Quero que minha inspiração esteja sempre afiada; colocando em harmonia instinto, alma, criatividade, percepção e uma dose de crítica, que pra mim funciona como uma espécie de veneno destilado. De certa forma, viver, também é seguir essa premissa. O veneno que me refiro é aquele acompanhado de uma grande quantidade de conhecimento, que servirá para discernirmos opiniões. Enfim, se você quer se redescobrir e compartilhar instantes, detalhes e informações; venha fazer parte do meu mundo!
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    • WWF- Brasil shar.es/15OaIJ 2 years ago
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PRESENTE

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“Quando se ama alguém, não se ama o tempo todo, exatamente da mesma forma, em todos os momentos. Isso é impossível. É uma mentira fingir que sim. No entanto, é isso que a maioria de nós exige. Temos tão pouca fé no fluxo e refluxo da vida, do amor, dos relacionamentos! Pulamos ao fluxo do tempo e resistimos aterrorizados ao seu refluxo. Receamos que ele jamais volte. Insistimos na permanência, duração, continuidade, quando a continuidade possível, tanto na vida, quanto no amor está no crescimento, na fluidez, na liberdade. A única verdadeira segurança não se encontra em ter ou possuir, nem em exigir ou prever, nem mesmo em ter esperança. A segurança de um relacionamento não está nem em olhar para trás, para o que foi, nem em frente, para o que poderá vir a ser, mas em viver o presente e aceitá-lo tal como ele é, agora”,  Anne Morrow Lindbergh, em Gift From The Sea.

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