• Guilhoché…

    ...sinto-me como um ornato composto de traços ondeados que se cruzam e entrelaçam com simetria; tentando me redescobrir e me reinventar sem perder a essência. Com essa probidade, quero, aqui, manter em mim esse vento de espírito jovem, essa curiosidade infantil em relação ás coisas, essa espécie de encantamento em relação ao ser humano. Quero crer que somos muito maiores e mais interessantes que as barreiras que o mundo impõe e que os limites que a vida oferece. Acredito na transformação dos sentimentos e no melhor de cada um. Quero que minha inspiração esteja sempre afiada; colocando em harmonia instinto, alma, criatividade, percepção e uma dose de crítica, que pra mim funciona como uma espécie de veneno destilado. De certa forma, viver, também é seguir essa premissa. O veneno que me refiro é aquele acompanhado de uma grande quantidade de conhecimento, que servirá para discernirmos opiniões. Enfim, se você quer se redescobrir e compartilhar instantes, detalhes e informações; venha fazer parte do meu mundo!
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AUSENTE

Gente Boa;

Como já notaram ando passando muito pouco por aqui nos últimos meses e, infelizmente, vou continuar ausente por um tempo. Estou escrevendo minha dissertação do mestrado, fazendo muitas entrevistas e, ainda sendo mãe de um garotinho que é uma figura e não me deixa estudar…rsrs!! Com tudo, estou fazendo algo que amo: estudando, aprendendo.

Além disso, estou me redescobrindo. Conhecendo um lado que até então nem sabia que existia. Estou sendo mãe e confesso que de todas as experiências que tive na vida, essa sem sombra de dúvida é a melhor e a mais gratificante!! Ter um filho é algo tão mágico, tão sublime e encantador que se eu soubesse disso antes, teria providenciado esse garotinho há muitos anos atrás.

Muita correria e pouco tempo, mas sempre leio os comentários e os respondo. Apenas deixarei de postar, creio que, até junho. Bom, é isso!!

Beijos a todos e nos falamos em breve porque o tempo voa…rs!!

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PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA: RESENHA CRÍTICA

Olá Pessoal; hoje quero dividir com vocês minha alegria em ter publicado minha 1ª resenha crítica em uma revista Qualis. Foi na Revista Comunicação & Inovação que é uma publicação científica do Mestrado em Comunicação da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Atrevi-me a escrever sobre um livro de Wilson Bueno, importante Dr. Professor de jornalismo da faculdade Metodista de São Bernardo do Campo/SP.

Segue minha “filha em palavras” para os interessados em comunicação empresarial. Clique e leia o texto na íntegra. Espero que gostem!!

Resenha Crítica_Valéria Amoris

Foi publicada no volume 11, número 21. Conheçam a revista na íntegra:

ISSN 2178-0145

Valéria Amoris
Jornalista; mestranda do Programa de Mestrado em Comunicação da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS. Atualmente, desenvolve pesquisa com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes.

VIVA COMO AS FLORES

O mestrado está me deixando um pouco atrapalhada. Na verdade, mais atrapalhada do que já sou. É difícil conciliar o tempo, com as atividades que tenho que entregar, além do monte de livros e artigos científicos que tenho que ler. Quase não me resta tempo pra escrever no Blog. Algo que sinto falta. Todo o dia bate aquela vontade de sentar e, escrever…sem me preocupar. Deixar as palavras fluírem, os sentimentos aflorarem, enfim…me entregar a esse mundo que é meu e faz parte de mim. Porém, como “nós que administramos o nosso tempo”, prometo que em breve vou aprender a fazer isso. Serei dona do meu tempo. Não sei como, mas farei o possível pra que isso aconteça, tá?!

Enquanto continuo perdida entre o fichamento do livro A condição humana, de Hannah Arendt e a resenha critica da obra Comunicação Pública, de Jorge Duarte, faço uma pausa pra tomar um café nesse inicio de noite bem paulistana….em outras palavras, acompanhada da garoa e do friozinho típicos daqui. Hoje tá como aqueles dias que dá vontade de ficar comendo pipoca e vendo filme, sabe?! Sem se preocupar com nada, absolutamente nada…rsrs!! Mas voltando a realidade sem perder o foco, entre esse mundo doido que estudo, o qual amooo (comunicação política) e a blogosfera, dei uma paradinha só pra postar um texto que li no fim de semana. Espero que goste. Ah! qdo. conseguir a proeza de controlar os meus dias junto as minhas atividades volto e escrevo com calma. Prometo!! Por hora, desejo que goste do texto abaixo e nos “vemos” em breve.

VIVA COMO AS FLORES


Em um antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o mestre: Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes, muitas são indiferentes.

Sinto ódio das mentirosas e sofro com as que caluniam.

Pois viva como as flores, orientou o mestre.

E como é viver como as flores? – Perguntou o discípulo.

Repare nas flores, falou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim.

Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem, do adubo malcheiroso, tudo que lhes é útil e saudável… mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É justo inquietar-se com as próprias imperfeições, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o perturbem.

Os defeitos deles são deles e não seus.

Se não são seus, não há razão para aborrecimento.

Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.

Isso é viver como as flores.

Numa simples orientação, sem dúvida, uma grande e nobre lição de bem-viver.

Mas, para viver como as flores, é preciso, ainda, observar outras características que elas nos oferecem como exemplo.

Importante notar que nem todas as flores têm facilidades, mas todas têm algo em comum: florescem onde foram plantadas.

Seja em terreno hostil, em meio a pedregulhos ou em jardins tecnicamente bem cuidados, as flores surgem para perfumar e embelezar a vida.

Existem as flores heroínas, que precisam lutar com valentia por um lugar ao sol. São aquelas que surgem em minúsculas frinchas, abertas em calçadas ou muros de concreto.

Precisam encontrar, com firmeza e determinação, um espaço para brotar, crescer e florescer.

Há flores, cujas sementes ficam sob o solo escaldante do deserto por muitos anos, esperando que um dia as gotas da chuva tornem possível emergir…

E, então, surgem, por poucos dias, só para espalhar seu perfume e lançar ao solo novas sementes, que germinarão e florescerão ao seu tempo.

Em campos cobertos de neve, há flores esperando que o sol da primavera derreta o gelo para despertar de sua letargia e colorir a paisagem, em exuberância de cores e perfumes.

Ah! Como as flores sabem executar com maestria a missão que o Criador lhes confia!

Existem, ainda, flores resignadas, que se imolam na tentativa de tornar menos tristes as cerimônias fúnebres dos seres humanos… enfeitando coroas sem vida.

Viver como as flores, portanto, é muito mais do que saber retirar vida, beleza e perfume, do estrume…

É mais do que florescer em desertos áridos e em terrenos inóspitos…
É mais do que buscar um lugar ao sol, estando numa cova escura sob o concreto espesso…

É mais do que suportar a poda e responder com mais vida e mais exuberância…

Viver como as flores é entender e executar a missão que cabe a você, a mais bela e valorosa criatura de Deus, para quem todas as flores foram criadas…

* * *
As flores são uma das mais belas e delicadas formas de expressão do Divino Artista da natureza.

Parece mesmo que o Criador as projetou e as colocou no mundo para nos falar da grandeza do Seu amor por nós, e também como lições silenciosas a nos mostrar como florescer e frutificar, apesar de todos os obstáculos da caminhada…

Pense nisso, e imite as flores!!

Fonte: Texto na íntegra da Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria desconhecida.

COMUNICADORES DE PLANTÃO – PARTE II

No post do dia 16 de novembro indiquei aos profissionais da área de comunicação e, principalmente, aos jornalistas que gostam de publicações que abordam temas como a globalização; cultura da virtualidade; transformação do capitalismo; funcionalismo; relações humanas; influência da mídia na sociedade; comunicação política; e tecnologias da informação, algumas bibliografias em destaque da área acadêmica.

Além disso, sugeri que os interessados em estudar esses assuntos começassem lendo a “A Sociedade em Rede”, de Manuel Castells, o 1º da trilogia. Reafirmando minha posição hoje comecei, literalmente, devorar o 2º volume de Castells, “O Poder da Identidade”. Se você, assim como eu, ama estudar, ler e refletir sobre os “novos contextos” em que se desenrola a vida social; acredito que vai se apaixonar por esse autor.

Ah! leia também:

“História das Teorias da Comunicação”, de Armand e Michele Mattelart e “Comunicação e Inovação: reflexões contemporâneas”, de Mônica Pegurer Caprino (Org).

Boa leitura e me conte se gostou!!