• Guilhoché…

    ...sinto-me como um ornato composto de traços ondeados que se cruzam e entrelaçam com simetria; tentando me redescobrir e me reinventar sem perder a essência. Com essa probidade, quero, aqui, manter em mim esse vento de espírito jovem, essa curiosidade infantil em relação ás coisas, essa espécie de encantamento em relação ao ser humano. Quero crer que somos muito maiores e mais interessantes que as barreiras que o mundo impõe e que os limites que a vida oferece. Acredito na transformação dos sentimentos e no melhor de cada um. Quero que minha inspiração esteja sempre afiada; colocando em harmonia instinto, alma, criatividade, percepção e uma dose de crítica, que pra mim funciona como uma espécie de veneno destilado. De certa forma, viver, também é seguir essa premissa. O veneno que me refiro é aquele acompanhado de uma grande quantidade de conhecimento, que servirá para discernirmos opiniões. Enfim, se você quer se redescobrir e compartilhar instantes, detalhes e informações; venha fazer parte do meu mundo!
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Sinto-me exatamente assim…

liberdade

                                                        LIBERDADE E CONTROLE

“EU NÃO SEI VOCÊ, MAS EU FAÇO O TIPO controladora, gosto de estar na regência de tudo o que me cerca, vivo a ilusão de que sem mim as coisas não irão funcionar, me sinto necessária, e isso me agrada e ao mesmo tempo me angustia, gostaria de ser mais relaxada e mais resignada diante da minha falta de controle absoluta: pois é, a gente pensa que tem controle sobre tudo, mas não temos controle sobre nada.

Se você curte se auto-investigar, bem-vindo ao clube.

Passei horas, outro dia, conversando com um amigo sobre este instigante assunto: temos ou não temos controle sobre nossas vidas? Minha tendência é acreditar que há um controle ao menos parcial. Senão vejamos: eu tenho o poder de fazer escolhas. Posso dizer sim ou não, ir para a esquerda ou para a direita. Posso me separar, continuar casada, ter mais um filho, posso mudar a cor do cabelo, posso abandonar o emprego, passar dois meses sozinha numa ilha ou me internar num convento. O que me impede?

Você mesma se impede, responde ele.

Tem razão, o problema é que não somos livres. Eu, ao menos, não acredito em liberdade enquanto houver dependências afetivas. Para ser livres, precisaríamos não manter nenhuma espécie de laço com ninguém, o que é impensável: abrir mão de pai, mãe, irmãos, filhos, amigos, um amor. É um preço alto demais para pagar pelo ir-e-vir. Estou de acordo com um psicanalista que disse que o máximo de liberdade que podemos almejar é escolher a prisão em que queremos viver. Eu escolhi a adorável prisão dos afetos.

Meu amigo considera interessante essa história de escolhermos nossas prisões, mas diz que isso só prova que somos 100% livres. Poderíamos escolher prisão nenhuma, mas nos é intolerável a idéia de viver soltos. Então vamos construindo nossas cercas: uma mãe doente a quem não podemos decepcionar, uma esposa que iria se suicidar se a deixássemos, filhos que iriam ficar traumatizados com nosso divórcio, um emprego ótimo que seria loucura abandonar, enfim, vamos inventando empecilhos para não sair da jaula. A liberdade é desestabilizadora, e queremos tudo, menos a subversão.

Pergunto: que mal há em sermos corretos, em agirmos com decência e discernimento, em não frustrar as expectativas que depositaram em nós?

Mal nenhum, responde meu amigo. É até muito nobre, diga-se. Mas quem inventou as definições de correção e decência? E quanto às suas próprias frustrações, são menos importantes do que as que os outros têm em relação a você?

Pois é, de vez em quando entro em uns debates insanos sobre liberdade e controle, e onde chego com tudo isso? A um papo excitante, o que já é muito. Pensar é um ensaio de liberdade. Que poucos se atrevem, aliás. É o que por hora me permito enquanto eu não for — na prática e às ganhas — totalmente livre”

                                                                Martha Medeiros

OBS.: Raphael, meu seguidor…o cara que anda me inspirando!! Este post dedico a você!! Obrigada por passar por aqui e por meio dos seus recados me trazer de volta ao MUNDO e, mostrar  que o que eu mais gosto de fazer está gritando dentro de mim; necessitando se libertar. Eu precisava: ESCREVER e principalmente VIVER!! Valeu rapaz!!

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PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA: RESENHA CRÍTICA

Olá Pessoal; hoje quero dividir com vocês minha alegria em ter publicado minha 1ª resenha crítica em uma revista Qualis. Foi na Revista Comunicação & Inovação que é uma publicação científica do Mestrado em Comunicação da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Atrevi-me a escrever sobre um livro de Wilson Bueno, importante Dr. Professor de jornalismo da faculdade Metodista de São Bernardo do Campo/SP.

Segue minha “filha em palavras” para os interessados em comunicação empresarial. Clique e leia o texto na íntegra. Espero que gostem!!

Resenha Crítica_Valéria Amoris

Foi publicada no volume 11, número 21. Conheçam a revista na íntegra:

ISSN 2178-0145

Valéria Amoris
Jornalista; mestranda do Programa de Mestrado em Comunicação da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS. Atualmente, desenvolve pesquisa com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes.

VIVA COMO AS FLORES

O mestrado está me deixando um pouco atrapalhada. Na verdade, mais atrapalhada do que já sou. É difícil conciliar o tempo, com as atividades que tenho que entregar, além do monte de livros e artigos científicos que tenho que ler. Quase não me resta tempo pra escrever no Blog. Algo que sinto falta. Todo o dia bate aquela vontade de sentar e, escrever…sem me preocupar. Deixar as palavras fluírem, os sentimentos aflorarem, enfim…me entregar a esse mundo que é meu e faz parte de mim. Porém, como “nós que administramos o nosso tempo”, prometo que em breve vou aprender a fazer isso. Serei dona do meu tempo. Não sei como, mas farei o possível pra que isso aconteça, tá?!

Enquanto continuo perdida entre o fichamento do livro A condição humana, de Hannah Arendt e a resenha critica da obra Comunicação Pública, de Jorge Duarte, faço uma pausa pra tomar um café nesse inicio de noite bem paulistana….em outras palavras, acompanhada da garoa e do friozinho típicos daqui. Hoje tá como aqueles dias que dá vontade de ficar comendo pipoca e vendo filme, sabe?! Sem se preocupar com nada, absolutamente nada…rsrs!! Mas voltando a realidade sem perder o foco, entre esse mundo doido que estudo, o qual amooo (comunicação política) e a blogosfera, dei uma paradinha só pra postar um texto que li no fim de semana. Espero que goste. Ah! qdo. conseguir a proeza de controlar os meus dias junto as minhas atividades volto e escrevo com calma. Prometo!! Por hora, desejo que goste do texto abaixo e nos “vemos” em breve.

VIVA COMO AS FLORES


Em um antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o mestre: Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes, muitas são indiferentes.

Sinto ódio das mentirosas e sofro com as que caluniam.

Pois viva como as flores, orientou o mestre.

E como é viver como as flores? – Perguntou o discípulo.

Repare nas flores, falou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim.

Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem, do adubo malcheiroso, tudo que lhes é útil e saudável… mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É justo inquietar-se com as próprias imperfeições, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o perturbem.

Os defeitos deles são deles e não seus.

Se não são seus, não há razão para aborrecimento.

Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.

Isso é viver como as flores.

Numa simples orientação, sem dúvida, uma grande e nobre lição de bem-viver.

Mas, para viver como as flores, é preciso, ainda, observar outras características que elas nos oferecem como exemplo.

Importante notar que nem todas as flores têm facilidades, mas todas têm algo em comum: florescem onde foram plantadas.

Seja em terreno hostil, em meio a pedregulhos ou em jardins tecnicamente bem cuidados, as flores surgem para perfumar e embelezar a vida.

Existem as flores heroínas, que precisam lutar com valentia por um lugar ao sol. São aquelas que surgem em minúsculas frinchas, abertas em calçadas ou muros de concreto.

Precisam encontrar, com firmeza e determinação, um espaço para brotar, crescer e florescer.

Há flores, cujas sementes ficam sob o solo escaldante do deserto por muitos anos, esperando que um dia as gotas da chuva tornem possível emergir…

E, então, surgem, por poucos dias, só para espalhar seu perfume e lançar ao solo novas sementes, que germinarão e florescerão ao seu tempo.

Em campos cobertos de neve, há flores esperando que o sol da primavera derreta o gelo para despertar de sua letargia e colorir a paisagem, em exuberância de cores e perfumes.

Ah! Como as flores sabem executar com maestria a missão que o Criador lhes confia!

Existem, ainda, flores resignadas, que se imolam na tentativa de tornar menos tristes as cerimônias fúnebres dos seres humanos… enfeitando coroas sem vida.

Viver como as flores, portanto, é muito mais do que saber retirar vida, beleza e perfume, do estrume…

É mais do que florescer em desertos áridos e em terrenos inóspitos…
É mais do que buscar um lugar ao sol, estando numa cova escura sob o concreto espesso…

É mais do que suportar a poda e responder com mais vida e mais exuberância…

Viver como as flores é entender e executar a missão que cabe a você, a mais bela e valorosa criatura de Deus, para quem todas as flores foram criadas…

* * *
As flores são uma das mais belas e delicadas formas de expressão do Divino Artista da natureza.

Parece mesmo que o Criador as projetou e as colocou no mundo para nos falar da grandeza do Seu amor por nós, e também como lições silenciosas a nos mostrar como florescer e frutificar, apesar de todos os obstáculos da caminhada…

Pense nisso, e imite as flores!!

Fonte: Texto na íntegra da Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria desconhecida.

UM DIA DE FOLGA

Ontem fiz uma prova daquelas. Foram 4h escrevendo sem parar num calor de 33º. Na sala só tinha 2 ventiladores, então já imagina que todos, sem excessão, pingavam suor. Mas como aqui não para de chover; mesmo com a pressão da prova, minha pressão baixa por causa do calor…aquele sol quente irradiou energia e felicidade a todos. Independente do resultado, valeu a pena!! Hoje, após meses estudando sem parar vou tirar um dia de folga. Melhor que nada, né?! rsrs.

Garfield

Porém, como uma boa brasileira, vou fazer uma pequena viagem. Isso mesmo. Tá pensando que no meu único dia de descanso vou ficar em casa?! Na verdade você quase acertou; mas hoje o sol promete novamente, graças a Deus!!

a mídia e a modernidade Vou me deliciar nos jardins do condomínio, tomando um solzinho pra revigorar as energias, acompanhada de um gostoso suco geladinho e, claro viajando com John Thompson, em A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Viu, essa é uma viagem curta. Um bate e volta, afinal esse livro só tem 228 páginas!! Pena que não vou fazer igual ao Garfield…rsrs. Adoraria lê-lo em frente ao mar; mas tá ótimo desse jeito!! Além disso, também, conto com a presença da Shopia, minha gatinha.

Desejo um ótimo dia ensolarado a todos e uma excelente leitura pra mim!! Hehe!! Viva eu!!