• Guilhoché…

    ...sinto-me como um ornato composto de traços ondeados que se cruzam e entrelaçam com simetria; tentando me redescobrir e me reinventar sem perder a essência. Com essa probidade, quero, aqui, manter em mim esse vento de espírito jovem, essa curiosidade infantil em relação ás coisas, essa espécie de encantamento em relação ao ser humano. Quero crer que somos muito maiores e mais interessantes que as barreiras que o mundo impõe e que os limites que a vida oferece. Acredito na transformação dos sentimentos e no melhor de cada um. Quero que minha inspiração esteja sempre afiada; colocando em harmonia instinto, alma, criatividade, percepção e uma dose de crítica, que pra mim funciona como uma espécie de veneno destilado. De certa forma, viver, também é seguir essa premissa. O veneno que me refiro é aquele acompanhado de uma grande quantidade de conhecimento, que servirá para discernirmos opiniões. Enfim, se você quer se redescobrir e compartilhar instantes, detalhes e informações; venha fazer parte do meu mundo!
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SÁTIRA: DEVOLUÇÃO DE BRINQUEDO FABRICADO NO BRASIL

Boneco do Lula

*Autor desconhecido.

O fabricante do brinquedo ‘Lula de Pelúcia’ está fazendo um recall para troca, ou devolução do dinheiro devido a uma série de falhas de fabricação listadas abaixo:

1) Falta um dedo;

2) Tem a fala presa;

3) É mentiroso;

4) Só diz ‘Eu não sabia’;

5) O cérebro, frequentemente, entra em curto circuito;

6) Não para em casa! Só quer viajar para o exterior;

7) Só anda em má companhia, com dois outros bonecos encrenqueiros, o ‘Evo de Coca’ e o ‘Chavez de Petróleo’;

8) Não existe na versão movido a pilha, só na movido a álcool;

9) Pode ser adquirido facilmente com utilização de Cartão Corporativo;

10) A boneca que faz par não presta para nada.

AS TROCAS PODERÃO SER EFETUADAS EM OUTUBRO DE 2010!!

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SARNEY DIZ NÃO

Senado, Pocilga-1

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), discursou, ontem (05), durante 50 minutos no plenário para rebater as denúncias contra ele. Em seu discurso pragmático, não explicou vários pontos controversos. Sarney utilizou a tribuna como se estivesse pisando em um palco de teatro; interpretando um personagem que nega a realidade que lhe é imposta e exigida; não para os políticos presentes; mas pela população brasileira.

O “personagem Sarney” conserva um niilismo vitimado desprovido de qualquer decência. Durante seu monologo melodramático, o injustiçado, enfatiza que é vitimador de uma campanha da imprensa que “personalizou a crise” institucional do Senado que consequentemente inviabilizou as discussões dos grandes temas do momento político.

O auge da interpretação é quando o “personagem” faz suas apelações: “Até hoje não usei esta tribuna para rebater as inverdades contra mim disseminadas aqui e na mídia. Não tenho senão que resistir, foi a alternativa que me deram. Em nenhum momento de minha vida faltei ou faltarei com o decoro parlamentar. Logo eu, que prezo a liturgia, cidadão de vida ilibada, de hábitos simples, ter falta de compostura e decoro”.

Visto isso, o final do monologo perde o encantamento, porque deixa de ser surpresa. Mesmo assim leia o encerramento: “Minha força não é o desejo de poder. Este cargo nada me acrescenta mais do que agruras, injustiças e trabalho. Mas minha certeza de que nada fiz de errado, a minha fé e minha crença de que as senhoras Senadoras e os senhores Senadores são justos e à convivência faz conhecer as pessoas, que me ajudarão a reconstruir a paz e a harmonia no Senado”.

Na sequência, o Conselho de Ética se reuniu e seu presidente, o senador Paulo Duque (PMDB-RJ), arquivou quatro denúncias contra Sarney e outra contra o líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL).

Com tudo isso, me nego o direito de utilizar qualquer palavra de baixo calão e, dolorosamente, engulo a seco o desejo ardente de relatar o meu “veneno destilado”, já famoso e conhecido por você nos posts de política.

Entretanto deixo um fato para REFLEXÃO: em momento algum o senador falou do nepotismo envolvendo a sua família e o clã político aliado. Omitiu igualmente a farra dos atos secretos nas duas gestões anteriores (1995-1997 e 2003-2005). Essas duas gestões são também responsáveis por 70% dos 2.800 comissionados da Casa.