• Guilhoché…

    ...sinto-me como um ornato composto de traços ondeados que se cruzam e entrelaçam com simetria; tentando me redescobrir e me reinventar sem perder a essência. Com essa probidade, quero, aqui, manter em mim esse vento de espírito jovem, essa curiosidade infantil em relação ás coisas, essa espécie de encantamento em relação ao ser humano. Quero crer que somos muito maiores e mais interessantes que as barreiras que o mundo impõe e que os limites que a vida oferece. Acredito na transformação dos sentimentos e no melhor de cada um. Quero que minha inspiração esteja sempre afiada; colocando em harmonia instinto, alma, criatividade, percepção e uma dose de crítica, que pra mim funciona como uma espécie de veneno destilado. De certa forma, viver, também é seguir essa premissa. O veneno que me refiro é aquele acompanhado de uma grande quantidade de conhecimento, que servirá para discernirmos opiniões. Enfim, se você quer se redescobrir e compartilhar instantes, detalhes e informações; venha fazer parte do meu mundo!
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VIVA COMO AS FLORES

O mestrado está me deixando um pouco atrapalhada. Na verdade, mais atrapalhada do que já sou. É difícil conciliar o tempo, com as atividades que tenho que entregar, além do monte de livros e artigos científicos que tenho que ler. Quase não me resta tempo pra escrever no Blog. Algo que sinto falta. Todo o dia bate aquela vontade de sentar e, escrever…sem me preocupar. Deixar as palavras fluírem, os sentimentos aflorarem, enfim…me entregar a esse mundo que é meu e faz parte de mim. Porém, como “nós que administramos o nosso tempo”, prometo que em breve vou aprender a fazer isso. Serei dona do meu tempo. Não sei como, mas farei o possível pra que isso aconteça, tá?!

Enquanto continuo perdida entre o fichamento do livro A condição humana, de Hannah Arendt e a resenha critica da obra Comunicação Pública, de Jorge Duarte, faço uma pausa pra tomar um café nesse inicio de noite bem paulistana….em outras palavras, acompanhada da garoa e do friozinho típicos daqui. Hoje tá como aqueles dias que dá vontade de ficar comendo pipoca e vendo filme, sabe?! Sem se preocupar com nada, absolutamente nada…rsrs!! Mas voltando a realidade sem perder o foco, entre esse mundo doido que estudo, o qual amooo (comunicação política) e a blogosfera, dei uma paradinha só pra postar um texto que li no fim de semana. Espero que goste. Ah! qdo. conseguir a proeza de controlar os meus dias junto as minhas atividades volto e escrevo com calma. Prometo!! Por hora, desejo que goste do texto abaixo e nos “vemos” em breve.

VIVA COMO AS FLORES


Em um antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o mestre: Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes, muitas são indiferentes.

Sinto ódio das mentirosas e sofro com as que caluniam.

Pois viva como as flores, orientou o mestre.

E como é viver como as flores? – Perguntou o discípulo.

Repare nas flores, falou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim.

Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem, do adubo malcheiroso, tudo que lhes é útil e saudável… mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É justo inquietar-se com as próprias imperfeições, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o perturbem.

Os defeitos deles são deles e não seus.

Se não são seus, não há razão para aborrecimento.

Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.

Isso é viver como as flores.

Numa simples orientação, sem dúvida, uma grande e nobre lição de bem-viver.

Mas, para viver como as flores, é preciso, ainda, observar outras características que elas nos oferecem como exemplo.

Importante notar que nem todas as flores têm facilidades, mas todas têm algo em comum: florescem onde foram plantadas.

Seja em terreno hostil, em meio a pedregulhos ou em jardins tecnicamente bem cuidados, as flores surgem para perfumar e embelezar a vida.

Existem as flores heroínas, que precisam lutar com valentia por um lugar ao sol. São aquelas que surgem em minúsculas frinchas, abertas em calçadas ou muros de concreto.

Precisam encontrar, com firmeza e determinação, um espaço para brotar, crescer e florescer.

Há flores, cujas sementes ficam sob o solo escaldante do deserto por muitos anos, esperando que um dia as gotas da chuva tornem possível emergir…

E, então, surgem, por poucos dias, só para espalhar seu perfume e lançar ao solo novas sementes, que germinarão e florescerão ao seu tempo.

Em campos cobertos de neve, há flores esperando que o sol da primavera derreta o gelo para despertar de sua letargia e colorir a paisagem, em exuberância de cores e perfumes.

Ah! Como as flores sabem executar com maestria a missão que o Criador lhes confia!

Existem, ainda, flores resignadas, que se imolam na tentativa de tornar menos tristes as cerimônias fúnebres dos seres humanos… enfeitando coroas sem vida.

Viver como as flores, portanto, é muito mais do que saber retirar vida, beleza e perfume, do estrume…

É mais do que florescer em desertos áridos e em terrenos inóspitos…
É mais do que buscar um lugar ao sol, estando numa cova escura sob o concreto espesso…

É mais do que suportar a poda e responder com mais vida e mais exuberância…

Viver como as flores é entender e executar a missão que cabe a você, a mais bela e valorosa criatura de Deus, para quem todas as flores foram criadas…

* * *
As flores são uma das mais belas e delicadas formas de expressão do Divino Artista da natureza.

Parece mesmo que o Criador as projetou e as colocou no mundo para nos falar da grandeza do Seu amor por nós, e também como lições silenciosas a nos mostrar como florescer e frutificar, apesar de todos os obstáculos da caminhada…

Pense nisso, e imite as flores!!

Fonte: Texto na íntegra da Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria desconhecida.

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A EXPATRIADA QUE É TUDO DE “BAO”!!

Má e Vá

Má e Vá

Ontem tive uma experiência impar, pelo menos pra mim. Nunca entrei nessas salas de bate papo ou algo parecido. Porém, em maio, antes de irmos pra Paraty estava fazendo uma daquelas pesquisas no Google sobre viagem quando encontrei o blog da Maira, Retratos e Relatos, no qual ela dá várias dicas e compartilha seu dia a dia de forma espontânea e muito divertida; de uma brasileira que mora na Alemanha. Amei o blog dela, inclusive a Maira foi minha inspiração pra realizar o meu blog, algo que já adiava há anos. Contudo, começamos a trocar e-mails no inicio de julho e a partir daí não paramos mais. Entretanto, a idéia de nos conhecer pessoalmente nunca me passou pela cabeça, porque imagina que quando ela viesse ao Brasil, iria querer ficar só curtindo a família e os amigos íntimos. E quanto a ir pra Europa, claro que sonho e planejo isso; porém para concretizar vou demorar, ainda, alguns aninhos.

Mas quando eu menos imaginava recebi um e-mail dela dizendo que chegaria a São Paulo dali uma semana. Logo em seguida, mandou outro e-mail agendando um churrasco com toda galera pra rever os amigos e aproveitar e “jogar bola (futebol), baralho (truco!), tocar um Sambinha ou pagode do “bao”, bagunçar, conversar, beber, comer muita picanha e, claro, botar o papo em dia e matar as saudades durante todo o dia. Quer programa mais Brasil que isso?”, palavras dela…rsrs. Fiquei lisonjeada quando recebi o e-mail com o convite, pelo fato de já estar na lista dos amigos. E tudo que eu havia imaginado sobre ela querer ficar em casa, que nada….caiu por terra!!

maira e valeria

Na semana que ela chegou já marcamos a data de nos conhecer; antes mesmo do churrasco que acontece nesse sábado. Foi à primeira vez na minha vida que fui conhecer alguém que só conhecia pela internet. Confesso que foi uma experiência única!! Como era minha 1ª vez, levei a Ana (outra amiga) comigo; afinal eu falava tanto da Maira pros outros que a Ana já a conhecia só de me ouvir. Os dias pareceram até mais longos e a quarta-feira tão esperada por mim, nunca chegava. Eu contava as horas, até sonhar com ela eu sonhei…coisa de doido, aff!! Mas as coisas aconteceram de uma maneira tão inesperada que fiquei eufórica e também com medo. Medo dela não gostar de mim, da conversa não fluir, de decepcionar-me, afinal nem todas as pessoas são como escrevem. Por isso, levei a Ana pra dar uma força caso o encontro fosse chato. Marcamos um almoço no Café do Pateo do Colégio, no Centro de Sampa. Peguei a Ana e fomos conhecer a expatriada…hahahaha.

rumo a sampa

Sem sombra de dúvida, a Má é encantadora. Sua alegria; alegria chega ser uma palavra pequena pra utilizar; prefiro dizer que sua felicidade contagia as pessoas a sua volta. Ela tem uma luz tão peculiar; tão dela; que a torna especial!!

nos conhecendo

As horas passaram tão depressa que nem acreditamos. Ficamos mais de 5h batendo papo, nosssaaaaaaaaa foi tudo de bom!! Falamos sobre tudo e ao mesmo tempo sobre nada porque ficamos com a impressão que ainda há muito que se falar. E o melhor de tudo. A Maira é tagarela, ou seja, meus amigos encontrei pela 1ª vez, alguém que fala tanto quanto eu. Ela não fecha a boca, isso não é D+.??!!..hehehehe!!! Ah! quase me esqueci…tinha hora que a Ana queria falar, aí ela erguia a mão, igual criança na escolinha…rsrsrs

Má, Vá e Ana

Má, Vá e Ana

Isso é ótimo, porque adoro conhecer pessoas; falar; tocar; rir; ouvir; trocar idéias; e experiências. Tudo que acrescenta algo na vida e ontem fiz tudo isso. Ainda não sei quanto a ela (não deu tempo de perguntar, vim correndo escrever pra contar a vocês), mas Ana e eu amamos, de coração, conhece-la. Amei ter saído do mundo virtual e ido pro real. Foi uma experiência maravilhosa.

Pose de Fonte; não me pergunte, são coisas de Maira...kkk
A Ana ficou tão feliz que até arriscou uns golpes de karatê...rsrs

A Ana ficou tão feliz que até arriscou uns golpes de karatê...rsrs

Não sei se é só comigo, ou acontece com todos; mas estou numa fase digamos que de “seleção” onde quero estar com pessoas que acrescentam. Aquelas pessoas que somam, dividem e nunca subtraem, sem interesse; sem inveja; sem te sugar, sabe?! Simplesmente com o desejo da troca. Troca de informações; troca de afeto na forma de companhia. Sem necessidade de ser proficiente na intenção. O importante é fazer-se entender. E viver pra valer. O carinho é uma forma de troca, é uma intenção e é comunicação de um afeto muito simples. Mas como tem gente que tem dificuldade para receber, né?! Nem sempre todas as coisas precisam de motivos ou justificativas. Na verdade essa “troca” nada mais é que a doação. E tem algo melhor que doar carinho e amizade?!

Brindamos a Amizade!!

Brindamos a Amizade!!

Nosso encontro foi como um ornato composto de traços ondeados que se cruzam e entrelaçam com simetria; formado por muitas histórias emaranhadas que forma uma capa protetora contra os desagravos do mundo hostil. Como uma colcha de retalhos, cheia de significados e sensações; com cores que se alternam ao sabor dos acontecimentos. Nossas energias se espalharam na cafeteria e nos deixaram uma marca e um significado único. Só houve riso, pra não dizer gargalhada e encantamento em liberdade. Só fomos embora porque o local ia fechar. Mesmo assim, a levamos pra casa porque, ainda, tínhamos sede de “conversa”. E a despedida ficou com um gostinho de que “queremos mais”!!

Fizemos até pose de mocinhas comportadas...rsrs

Enfim, a Ana e eu agradecemos a Má por ter nos proporcionado momentos encantadores e mágicos que só poderiam vir de uma pessoa como ela que chegou desprovida de “pré-conceitos”, de peito aberto, mostrando a alma e dividindo sua bagagem de bordo; mochilas e mais mochilas cheias de experiências e humildade!!

Simplesmente ENCANTADORA!!

Simplesmente ENCANTADORA!!

Como já tinha compromisso pro dia do churrasco não irei; mas se tudo der certo, e tempo é claro, repetiremos a dose antes dela voltar pra Alemanha. Aí, depois conto como foi, ok?!

GIRO POR SÃO PAULO

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Finalmente neste fim de semana fez calor!! Já falávamos que tínhamos criado raízes em casa…aff, ninguém merece…rsrs. Pra não passar nem mais um minuto sem fazer nada e mofando em casa fomos bater perna, ou seja, ver gente. Falar com pessoas desconhecidas, trocar risadas com outras que talvez nunca mais as encontremos e comprar aquelas coisinhas que só encontramos nas feirinhas hippies. Pra isso, colocamos a máquina fotográfica na bolsa e seguimos pra região central de São Paulo. Porém, dessa vez o objetivo era registrar tudo.

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Assim que voltamos de Paraty (RJ) em maio deste ano, percebemos que não tínhamos fotos da nossa terra, tanto de Santo André onde nascemos e ainda não cortamos os laços (jamais faremos isso); quanto de São Paulo – capital lugar que residimos por um ano. Que se diga por passagem foi um ano ímpar. Como pode né?! O pior que não somos os únicos. Por morarmos aqui, esquecemos de apreciar as belezas que estão bem abaixo de nosso nariz. Só guardamos na memória o lado ruim; como a pobreza explicita nas ruas, por exemplo. Fotografamos viagens pras praias da baixada Santista; interior paulista; mas cadê a capital ou o Grande ABC?! Não tínhamos esses registros. Indo além, que foto tínhamos que mostrava uma parte da história de São Paulo? E as riquezas da “terra da garoa” onde ficam?! Ainda não tínhamos essas respostas, porém começaram a aparecer. E a partir de ontem começamos a desbravar Sampa.

Liberdade (SP)

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ZONA CENTRAL DE SÃO PAULO
Chama-se comumente Zona Central de São Paulo à região administrada pela Subprefeitura da Sé, que engloba os bairros e distritos da Bela Vista, Bom Retiro, Cambuci, Consolação, Higienópolis (bairro), Aclimação (bairro), Brás (bairro), Liberdade, República, Sé e Santa Cecília. Não deve ser confundida com a região conhecida como centro expandido, utilizada eventualmente pela prefeitura da cidade em ações de planejamento urbano, a qual engloba também partes das subprefeituras da Mooca, Lapa, Pinheiros e Vila Mariana.

PRAÇA DA SÉ

Na Praça da Sé

A Praça da Sé é um espaço público localizado na área central da cidade de São Paulo. Nela localiza-se o marco zero do município: a partir daí contam-se as distâncias de todas as rodovias que partem de São Paulo. Considerada quase um sinônimo para o Centro Velho, a praça é um dos espaços mais conhecidos da cidade e foi palco de muitos eventos importantes para a história do país, como o comício das Diretas Já. O nome deve-se ao fato de a praça ter-se desenvolvido em frente à Sé da capital paulista.

MARCO ZERO DA CIDADE DE SÃO PAULO

Marco Zero_Praça da Sé (SP)

É em frente à Catedral da Sé que fica o Marco Zero da cidade de São Paulo. O pequeno monumento de mármore em forma hexagonal, construído em 1934, traz um mapa das estradas que partem de São Paulo com destino a outros estados. Cada um dos seus lados representa simbolicamente outro estado brasileiro: o Paraná (araucária), Mato Grosso (vestimenta dos Bandeirantes), Santos (navio), Rio de Janeiro (Pão de Açúcar e suas bananeiras), Minas Gerais (materiais de mineração profunda) e Goiás (bateia, material de mineração de superfície).

CATEDRAL METROPOLITANA DE SÃO PAULO

Catedral da Sé (SP)

Detalhe Porta da frente Catedral da Sé (SP)

A Catedral Metropolitana de São Paulo ou Catedral da Sé, localiza-se na Praça da Sé, no centro da cidade de São Paulo. É um dos cinco maiores templos góticos do mundo. A catedral é o templo principal da paróquia de Nossa Senhora Assunção e São Paulo, criada em 10 de agosto de 1591. A catedral atual foi construída por iniciativa de Dom Duarte Leopoldo e Siva, primeiro arcebispo de São Paulo. Os trabalhos começaram em 1913 no local da catedral colonial demolida. O arquiteto responsável foi o alemão Maximilian Emil Hehl, que projetou uma enorme igreja em estilo neogótico, inspirada nas grandes catedrais medievais européias.

Torre Catedral da Sé (SP)

Todos os mosaicos, esculturas e mobiliário que compõem a igreja foram trazidos por navio da Itália. Entretanto, devido às guerras mundiais, houve grande dificuldade para se concluir a obra. Assim, a inauguração da nova catedral ocorreu somente em 1954, com as torres ainda inacabadas, mas a tempo para a celebração do quarto centenário de São Paulo, no dia 25 de janeiro.

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As torres foram terminadas somente em 1967. As obras foram tocadas inicialmente por Alexandre Albuquerque, e, a partir de 1940, por Luís Inácio de Anhaia Melo. Após um longo período de deterioração, a catedral foi completamente renovada entre 2000 e 2002. Com o fim de reparar o edifício, muitos pináculos sobre o nave e as torres foram terminados. As plantas originais, datadas de 1912, foram encontradas dentro do próprio edifício, permitindo uma restauração fiel ao projeto original. A restauração incluiu reparos nos vitrais, revitalização dos sinos, manutenção das redes hidráulica e elétrica, resolução de problemas que ameaçavam a estrutura – como rachaduras e infiltrações – e lavagem e pintura do prédio. Restaurada, a catedral ganhou 14 torreões novos, previstos no projeto original de 1912 de Maximilian Emil Hehl. Em 2002, reabriu as portas após obras que consumiram R$ 19,5 milhões.

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missa Catedral da Sé (SP)

LARGO PATEO DO COLÉGIO
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Um elo com o passado dos Jesuítas: o Pátio do Colégio que fica no bairro da Sé, é o marco inicial no nascimento da cidade de São Paulo. O local, no alto de uma colina entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú, foi o escolhido para iniciar a catequização dos indígenas. É um sítio arqueológico, onde o padre Manuel da Nóbrega e o então noviço José de Anchieta, jesuítas a mando de Portugal, resolveram estabelecer um núcleo para fins de catequização de indígenas no Planalto. A primeira missa paulistana foi celebrada ali no dia 25 de janeiro de 1554 numa cerimônia que simbolizou a fundação da São Paulo de Piratininga. O local é administrado pela Companhia de Jesus. Seu complexo abriga diversas atividades culturais e religiosas. Há um museu, a Igreja, uma biblioteca temática e projetos sociais. Cerca de 700 objetos integram as coleções, hoje expostas em sua quase totalidade em seis salas e no espaço da cripta. Indicadores de memória, uma vez que muitos dos objetos que integram o acervo tornaram-se referência única para a história da cidade de São Paulo, não são menos interessantes para o visitante em geral, que neles poderá encontrar a oportunidade de estabelecer um confronto com os seus referenciais.

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MUSEU ANCHIETA

Museo Anchieta (SP)

É inaugurado em 1979 o Museu Anchieta dentro da réplica que fora construída no sítio histórico do Pateo do Collegio, assim como a Igreja do Beato José de Anchieta

MONUMENTO GLÓRIA IMORTAL AOS FUNDADORES

MONUMENTO GLÓRIA IMORTAL AOS FUNDADORES (SP)

Esse grande monumento de 22,5 metros de altura representa alguns episódios da história. Feito pelo escultor Amadeu Zani, em 1925, figuras importantes na fundação da cidade estão ali representadas em meio a símbolos como foice, louros e tocha, materializando a glória, o trabalho, a religião e a cultura

LIBERDADE
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A Liberdade é um distrito da região central da cidade de São Paulo. É o maior reduto da comunidade japonesa na cidade, a qual, por sua vez, congrega a maior colônia japonesa do mundo, fora do Japão. A influência cultural pode ser sentida nas ruas de luminárias tipicamente orientais (onde até as placas dos estabelecimentos são escritas em caracteres orientais) e nas feiras temáticas que acontecem periodicamente.

feira artesanal B. Liberdade (SP)

Lá se encontram diversos artigos típicos da cultura oriental e japonesa, sendo, então, um ótimo centro de compras destes produtos.

comercio B.Liberdade (SP)

Do distrito da Liberdade também fazem parte o bairro da Aclimação, que nos últimos anos tornou-se uma área de concentração da colônia coreana, a região de várzea que dá nome ao bairro Várzea do Glicério, um enclave com população de baixo poder aquisitivo, e o bairro Morro da Aclimação, além do bairro da Liberdade. O nome do bairro vem da época em que no Brasil existiam escravos, a área era conhecida como Campo da Forca, sendo essa a única “Liberdade” aos escravos ou transgressores. A Igreja da Santa Cruz localizada no centro do bairro era mais conhecida como a Igreja dos Enforcados. Ainda hoje as pessoas vão acender velas para as almas naquele local.

Bairro Liberdade (SP)

A Feira de Arte, Artesanato e Cultura da Liberdade, popularmente conhecida por “Feirinha da Liberdade”, foi aberta há 33 anos, mas continua atraindo visitantes de todas as localidades. Quem a visita usufrui momentos agradáveis, relaxantes, divertidos e entra em contato com a cultura do Oriente.

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As barracas de alimentação da feirinha tem uma grande variedade de opções. Há comida chinesa, japonesa e também culinária brasileira como acarajé. Yakisobas, sushis de vários tipos, sashimis, e bolinhos de peixes; além do doce de feijão, chamado azuki, que é uma das sobremesas preferidas consumidas no local e o guiozá um tradicional pastel japonês, também, muito solicitado. As pessoas comem em pé ou em banquinhos no centro da praça e até nos muros ou escadarias do Metrô.

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Essa “coisa de comer em pé”, ou em qualquer lugar da rua e até mesmo na escadaria do metrô é o que dá charme a Liberdade e faz com que você veja de tudo um pouco e se depare com tudo. É um dos bairros de São Paulo que mais nos agrada e todas as vezes que vamos lá; andamos muitoooooooo…Deem uma olhada:

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estatuas vivas_B.Liberdade (SP)

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OLHA O LADO BEM BRASILEIRO…

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piriquito da sorte_bairro Liberdade (SP)

Delegacia de Policia do bairro da Liberdade/SP

Delegacia de Policia do bairro da Liberdade/SP

Me diverti muito, e no próximo post “GIRO POR SÃO PAULO” começo relatando um dos locais que me refugiava pra ler um livro, tomar um café, ou simplesmente ficar observando as pessoas.

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Apresentarei o LARGO SÃO BENTO. Espero que tenha gostado até aqui, porque quando chegamos no Largo São Bento já estávamos exaustos; mas felizes o que é mais importante…hehe. Porém, ainda falta muitooo!!Hasta Luego!!

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SERVIÇOS:

Pátio do Colégio
Horário – Museu: de terça a domingo, das 9h às 17h
Horário – Biblioteca: de segunda a sexta-feira, das 13 às 17h
Praça Pátio do Colégio, 2. Tels.: (11) 3105-6898/ 3105-6899
Próximo à Rua Boa Vista, junto à Praça da Sé
Preço Museu: R$5 (R$2,50 para estudantes e idosos). As outras atrações do Pátio têm entrada franca
Site: www.pateodocollegio.com.br

Catedral da Sé
Praça da Sé, s/n – Centro – São Paulo (Metrô Sé)
Tel.: (11) 3107-6832
Horários: Durante a semana aberto das 8h às 19h
Missa: às 12h e às 18h
Sábado: Aberto das 8h às 17h
Missa: às 12h
Domingo: Aberto das 8h às 13h e das 15 às 18h
Missas: às 9h, 11h e 17h

Feira de Artes e Artesanato da Praça da Liberdade
Sábados das 9h às 18h
Domingos: das 10h às 19h
Para entrar em contato com os representantes da Feira, e-mail: falecom@feiradaliberdade.com.br

FONTES:
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1tio_do_Col%C3%A9gio
http://www.pateodocollegio.com.br/newsite/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_de_S%C3%A3o_Paulo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_Metropolitana_de_S%C3%A3o_Paulo
http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/o-que-visitar/pontos-turisticos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_da_S%C3%A9_(S%C3%A3o_Paulo)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade_(distrito_de_S%C3%A3o_Paulo)

FONDUE E SEU PODER ENCANTADOR DE CELEBRAR A AMIZADE

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No sábado (20), o Nê e eu decidimos brindar a chegada do inverno. Só falar em “brindar” a primeira coisa que vem em mente é bebidaaa…rs. Não podemos negar o fato de que beber esquenta. Todos ficam com as bochechas vermelhas; dá um calor no corpo; e a alegria corre solta…mas antes de pensar que somos cachaceiros, fomos bem organizadinhos e não enchemos a cara. Devido à idade; op’s, responsabilidade e, ninguém dirigiu (respeitamos a Lei Seca), tão pouco, ficamos bêbados; só mais felizes!!

Como nosso apto é pequeno, temos que festejar a mesma coisa várias vezes com amigos diferentes porque não cabe todo mundo..rsrs. Não se preocupe que isso não é ruim; ao contrário, é muito divertido. E, de todos os encontros que já fizemos, achei que esse foi o mais fácil de organizar. Também, a estação mais linda do ano é inspiradora pra qualquer ocasião. Amo o inverno!! Como o Nê nunca tinha comido fondue achei que era a ocasião perfeita pra ele experimentar.

Mas antes de começar a comilança, senta que lá vem a história: fondue (fundida) é um prato de origem Suíça, normalmente à base de queijo aquecido sobre uma lamparina, também conhecida como espiriteira ou rechaud, ou outra fonte de calor pouco intenso e do qual as pessoas se servem diretamente. A região de origem da fondue não é totalmente conhecida, mas deve situar-se na região de Jura/Savoie, na fronteira franco-suíça. A receita mais antiga encontra-se num livro de cozinha escrito em Zurique em 1699. Contrariamente à crença popular, não teria sido inventada por pessoas vivendo nos alpes suíços, pois nessa época o queijo usado na fondue era caro, o que significa que não estaria ao alcance da maior parte das pessoas vivendo nas montanhas. Assim, durante os séculos XVIII e XIX a fondue teria sido uma iguaria desfrutada apenas por pessoas mais ricas, vivendo nas cidades. Na década de 1950 a fondue entrou nas cozinhas do exército suíço, tornando-se assim conhecida dos soldados, que levaram esta receita para suas casas. Até hoje, a preparação da fondue é considerada como uma “coisa de homem” na Suíça. A iguaria ganhou fama internacional na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, do restaurante Chalet Suísse, em Nova Iorque, passou a servir o prato. Para complementar, criou a fondue de chocolate, que servia de sobremesa. Existe, também, a fondue chinês (fondue chinoise), bastante servida em restaurantes na Suíça, feita à base de carnes, peixes e legumes, fervidos num caldo de carne com diversas especiarias.

fondue_suiça

Voltando ao sábado, liguei pro Nil, meu único irmão, que é casado com a Izabela (não estranhe que a chamo, carinhosamente, de Cun, e ela também me chama assim) e nos organizamos. Eles se encarregaram de trazer o aparelho de fondue, os ingredientes e o pão (fizemos de queijo e chocolate). Dessa vez, tivemos convidados ilustres…um casal, amigo nosso que mora no mesmo prédio que a gente. Eles são os únicos do condomínio que temos intimidade; mas ainda não conheciam nosso lar doce lar que fica a dois andares acima do deles…nossa, eu sei…é uma vergonha, só ter amizade com um casal é um absurdo. Mas eles, o Marcos e a Fátima, assim como nós, trabalham muito e só nos encontramos no elevador. Mas nos dêem um crédito…somos amigos íntimos!! Hehehehe…pra você ter uma idéia, nem encontramos eles no sábado, haviam saído. Eu, que sou a cara de pau desse casório, desci no apto deles e deixei um bilhete “mandando” que subissem pra nossa festa assim que chegassem. Ainda, por cima, escrevi bem grande que era uma ordem e não um convite. Em outras palavras, nós os obrigamos a vir “bebemorar” conosco. Mesmo sendo intimada a ir a uma festa tarde da noite, a Fátima, ainda, nos trouxe uvas e um rocambole de limão que era dos “deuses”!! Tá vendo…só temos amizade com eles; mas nós quatro somos os mais legais e animados do condomínio…rsrs.

Fondue

Já que nossas confraternizações nunca começam cedo (iniciamos quase às 22h30), o Nê e eu, também, fizemos mini pizzas pra dar uma enganada no estomago do pessoal. Ficamos com a missão de comprar os morangos, os vinhos, as cervejas e coca-cola pra Izadora (irmã da Cun) que só tem 17 anos…rsrsrs. Viu como fomos responsáveis?! Ela não tem idade pra beber; praticamente é uma criança…rsrs. Como a colheita dos morangos ainda é recente, eles estavam lindos e saborosos, só o preço salgadinho. Os vinhos foram escolhidos pelo gosto popular, compramos as marcas que agradam a todos: o italiano, Lambrusco (suave, frizante, branco e tinto) e o chileno, Concha Y Toro (merlot Travessia, tinto meio seco). Não teve erro, era brinde pra tudo que é lado…

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Nil e Cun

Graças à revolução masculina, os homens dominaram a cozinha. Sei que tô falando só de zueira; porque eles SEMPRE são responsáveis pela comida. Pena que o Nil apagou a foto dele fazendo os Fondues (só porque eu disse que ia pro blog).

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E é com prazer que nós mulheres parabenizamos nosso maridos por terem transformado, tanto o fondue de queijo quanto o de chocolate com avelã, numa visão poética, onde essas delicias foram ligadas ao “despertar dos sentidos” e prazeres subsequentes.

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Comer essas maravilhas foi um encontro com a felicidade!! Um momento tão sublime que nos libertamos de todas as preocupações. Por isso, adoramos reunir os amigos em nosso apartamento e fazer a maior bagunça. Tudo é motivo pra comemoração.

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Ah! essa eu não posso deixar passar..rsrs. Bem que dizem: “a bebida entra e a verdade sai”. Após mais de seis anos de casado, naquela noite, o Marcos revelou a Fátima que sabia cozinhar…hahaha, foi uma farra, tiramos muito sarro dela que ficou “P” da vida com o marido e declarou greve de um mês longe do fogão….kkk

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Acho que a declaração do Marcos aconteceu, em partes, por culpa do Nil e da Cun, que levaram Tequila e Margarita…melhor nem comentar as besteiras que aconteceram….

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Sabe, acabei de me lembrar de uma frase que li em algum site ou revista, porém não me recordo de quem é: “É preciso dizer-se que o vinho é ainda considerado como um dos mais populares afrodisíacos, capaz de soltar as línguas, as mentes e os corpos, tornando as pessoas desinibidas e verdadeiras (“in vino veritas”)”. No nosso caso, declaro que os vinhos e todas as outras bebidas alcoólicas presentes nos deixaram extremamente alegres!! Hahaha. Pensou que eu ia falar outra coisa, né?!

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Comemoramos tanto a chegada do inverno que nossa festinha acabou lá pras 4h da matina. Estava divertidíssima!! E tudo saiu perfeito, do jeitinho que eu gosto. Boa comida; boa bebida e excelentes companhias. Em breve, estaremos realizando outra. Aguarde!!

Ah! antes de encerrar não posso deixar de colocar um trecho do livro de crônica A Mesa Voadora, de Luiz Fernando Veríssimo que tem tudo haver com a comida que escolhemos pra festividade e com todos os que compareceram.

“O fondue não é uma refeição, é uma confraternização. As pessoas se reúnem em torno de uma pequena panela cheia de óleo borbulhante e são felizes. O fondue de carne é mais alegre do que o de queijo. Neste a panela fica cheia de queijo derretido quente no qual você mergulha pedaços de pão, enquanto que no de carne você deixa os pedaços de filé fritando no óleo, espetados na ponta de garfos compridos, e os garfos ficam ali em divertido congresso dentro do óleo, cada um esperando o seu dono vir pegá-lo, pegar o garfo errado e ouvir protestos gerais, deixar cair a carne e depois tentar pescá-la do fundo da panela – enfim, não há compostura que resista. Recomenda-se o fondue para jantares formais que logo ficam informais, para conferências de cúpulas entre o Oriente e o Ocidente e para casais brigados que querem fazer as pazes. Neste caso é preciso haver um firme desejo de paz, senão pode dar confusão com os garfinhos, outra briga e cuidado com o óleo fervendo”!

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Pesquisa:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fondue

QUERMESSE

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Com exceção do frio, o mês de junho nos agrada bastante por ocasião das comemorações juninas. Depois de vestir muitos agasalhos para amenizar o frio do último domingo (14), nos dirigimos à quermesse da igreja da matriz, Nossa Sra. da Boa Viagem, em São Bernardo do Campo. Chegamos cedo, por volta das 19h30 e, rapidamente, fomos comprar vinho quente, que tinha um cheiro tão gostoso! Além do aroma, o vinho estava maravilhoso e foi, sem dúvida, o melhor pedido pra espantar aquele friozinho.

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Você sabia que o termo “quermesse” é derivado da palavra kerkmesse, da língua flamenca, que em francês passou a ser kermesse, de onde se originou o termo em português. Sua origem está ligada a religião católica. Era a festa do santo padroeiro da paróquia ou aniversário da igreja. Com o tempo essas festas foram perdendo o cunho religioso e no final da Idade Média estavam sendo considerada como atentados aos bons costumes. A discussão chegou a tal ponto que no século XVI, o rei da França Carlos V proibiu a realização de festas que durassem mais de um dia, impondo severas penas àqueles que transgredissem esse regulamento. Porém esse édito de 1531 não demorou a ser esquecido e as quermesses novamente passaram a ser realizadas.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal). Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as nossas típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo à dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha. Todos estes elementos culturais foram com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas. Conhecimento registrado; voltamos ao nosso passeio.

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O espaço não é muito grande, mas, logo na primeira volta, notamos que as barracas estavam fiéis às guloseimas e brincadeiras juninas. Famílias inteiras, de bebês a avós, crianças brincando nas barracas de pesca; palhaço (você acredita que essa barraca de encher a boca do palhaço de água até a bexiga estourar eu não conhecia?! rsrs); derruba lata; e a do bingo, a mais movimentada de todas, deixaram o clima contagiante e completamente saudosista. Impossível não relembrar com saudade a época das quadrilhas do colégio.

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Tudo estava perfeito e nem sentíamos mais tanto frio. Até os preços dos comes e bebes estavam bons. As comidas caipiras estavam com uma “cara boa” e com um toque de sabor caseiro; como milho verde cozido, pamonha, bolo de milho, cuzcuz, pipoca, churros, curau, arroz doce, frutas com cobertura de chocolate, algodão doce, maçã do amor, cachorro quente, pizza, pastel, o popular quentão e o vinho quente, praticamente, todos estavam saindo por R$ 2. Havia, também, o chá de amendoim que custava R$ 3, esse eu desconheço, mas semana que vem volto para experimentar…rsrs.

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Os espetinhos de carne e de frango saiam entre R$ 2 a R$ 3 cada e foram assados no ponto certo. Já o famoso churrasco (pão com carne assada e vinagrete) e o lanche de lingüiça calabresa eram os mais caros R$ 4, porém fizeram jus ao valor.

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Durante nossa volta na praça deparei-me com um rapaz que comia um churrasco. Não sou fã de carne vermelha, mas o lanche dele me deixou com água na boca. Olha que pra eu dizer isso, o lanche deveria estar com uma aparência fenomenal porque passo meses sem colocar um pedacinho que seja de carne na boca. E os mais íntimos quando me convidam pra ir a algum churrasco já vão logo dizendo que vai ter espeto de frango e salada de maionese, porque eles sabem que eu detesto churrasco e aquela fumaceira toda. Diferente de mim, o Ricardo é um carnívoro nato.

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Mas voltando ao lanche do rapaz…rsrsrs. Convidei o Nê pra comer churrasco!! Claro, que ele me olhou com certo espanto. Logo expliquei sobre o lanche que vi e disse que fiquei com vontade. Enquanto estávamos na fila, que por sinal era enorme, uma senhora que passou por nós me chamou atenção. Ela parou bem ao meu lado; olhou para a moça que estava com ela e disse alto e em bom som: “Nossa, churrasco, que coisa mais provinciana”. Fez uma cara de nojo, de superioridade e, saiu em direção às barracas das bebidas.

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Evidente, que vindo de mim, não poderia deixar passar esse fato que me fez comer o lanche rindo e dividir com você o meu “veneno” sobre tal comentário. Província: nada mais é, que o nome de cada uma das partes que formam a divisão territorial de certos Estados. Ou, qualquer parte de uma nação que não seja a capital e a sua área contígua; sendo assim o interior.

No contexto que eu ouvi e, notei pela expressão pejorativa da insensata mulher; ela chamou todos ali (os que comiam churrasco) de “tacanho” (baixo, pequeno), ou, “caipira”, pessoas de conhecimento limitado e acanhado (definição do dicionário). Mas eu prefiro descrever como “chucro”, já que estávamos parecendo “selvagens” devorando aquele admirável churrasco!!

Provinciano ou não; caímos de boca naquele lanche que estava uma “coisa”!! Que churrasco de outro mundo!! Uma carne macia, bem temperada, saborosa mesmo!! Não estou falando só pra contrariar a louca, a qual nunca vi mais gorda, porém o elogio é verdadeiro, visto que está vindo de uma pessoa que não gosta de comer carne por pura opção.

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Ah! A única coisa que sentimos falta; foram dos famosos correios elegantes e da barraca do beijo. Óbvio que eu jamais em plena consciência deixaria o Nê beijar alguém que não fosse eu, por isso, me encarreguei dessa parte..rs. E assim, voltamos pra casa felizes!!

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Pena que a quermesse se encerra no próximo dia 28, então, quem puder ir, aproveite as guloseimas e não deixe de experimentar o churrasco. Depois me conta o que achou, ok?!

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A igreja Nossa Senhora da Boa Viagem, fica na Praça da Matriz, sem número, Centro, São Bernardo. A quermesse acontece somente no sábado e domingo, das 18h às 23h. Dica: chegar antes das 19h é o ideal para evitar filas. A paróquia não disponibiliza estacionamento para visitantes, por isso é preciso garimpar uma vaga na rua.

Pesquisas:
http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx
http://pt.wikipedia.org/wiki/Quermesse”
http://www.suapesquisa.com/musicacultura/historia_festa_junina.htm