• Guilhoché…

    ...sinto-me como um ornato composto de traços ondeados que se cruzam e entrelaçam com simetria; tentando me redescobrir e me reinventar sem perder a essência. Com essa probidade, quero, aqui, manter em mim esse vento de espírito jovem, essa curiosidade infantil em relação ás coisas, essa espécie de encantamento em relação ao ser humano. Quero crer que somos muito maiores e mais interessantes que as barreiras que o mundo impõe e que os limites que a vida oferece. Acredito na transformação dos sentimentos e no melhor de cada um. Quero que minha inspiração esteja sempre afiada; colocando em harmonia instinto, alma, criatividade, percepção e uma dose de crítica, que pra mim funciona como uma espécie de veneno destilado. De certa forma, viver, também é seguir essa premissa. O veneno que me refiro é aquele acompanhado de uma grande quantidade de conhecimento, que servirá para discernirmos opiniões. Enfim, se você quer se redescobrir e compartilhar instantes, detalhes e informações; venha fazer parte do meu mundo!
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    • Mamãe coruja...to babando!! 5 months ago
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AUSENTE

Gente Boa;

Como já notaram ando passando muito pouco por aqui nos últimos meses e, infelizmente, vou continuar ausente por um tempo. Estou escrevendo minha dissertação do mestrado, fazendo muitas entrevistas e, ainda sendo mãe de um garotinho que é uma figura e não me deixa estudar…rsrs!! Com tudo, estou fazendo algo que amo: estudando, aprendendo.

Além disso, estou me redescobrindo. Conhecendo um lado que até então nem sabia que existia. Estou sendo mãe e confesso que de todas as experiências que tive na vida, essa sem sombra de dúvida é a melhor e a mais gratificante!! Ter um filho é algo tão mágico, tão sublime e encantador que se eu soubesse disso antes, teria providenciado esse garotinho há muitos anos atrás.

Muita correria e pouco tempo, mas sempre leio os comentários e os respondo. Apenas deixarei de postar, creio que, até junho. Bom, é isso!!

Beijos a todos e nos falamos em breve porque o tempo voa…rs!!

PRATIQUE O DESAPEGO!!

 Gente Boa;
Acabei de receber este texto, de Fernando Pessoa, de uma amiga e decidi dividi-lo com vocês. O texto é bárbaro. Pena que na prática não é tão fácil. Porém, sejamos persistentes e vamos à luta!!

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu….

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és…

E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

AFF…

DEFINIÇÃO DE FILHO POR JOSÉ SARAMAGO:

“Filho é um ser que nos emprestaram para um curso

intensivo de como amar alguém além de nós mesmos,

de como mudar nossos piores defeitos para darmos

os melhores exemplos e de aprendermos a ter

coragem. Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de

coragem que alguém pode ter, porque é se expor a

todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar

agindo corretamente e do medo de perder algo tão

amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se?

Foi apenas um empréstimo”.

PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA: RESENHA CRÍTICA

Olá Pessoal; hoje quero dividir com vocês minha alegria em ter publicado minha 1ª resenha crítica em uma revista Qualis. Foi na Revista Comunicação & Inovação que é uma publicação científica do Mestrado em Comunicação da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Atrevi-me a escrever sobre um livro de Wilson Bueno, importante Dr. Professor de jornalismo da faculdade Metodista de São Bernardo do Campo/SP.

Segue minha “filha em palavras” para os interessados em comunicação empresarial. Clique e leia o texto na íntegra. Espero que gostem!!

Resenha Crítica_Valéria Amoris

Foi publicada no volume 11, número 21. Conheçam a revista na íntegra:

ISSN 2178-0145

Valéria Amoris
Jornalista; mestranda do Programa de Mestrado em Comunicação da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS. Atualmente, desenvolve pesquisa com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes.

SAUDADE…

“Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche”.

Martha Medeiros

REFLEXÃO

PARA BIA

 

Bia, o Beni não está com um pingo de sono aí aproveitei pra ler enquando ele mama, novamente. Detalhe: já passam das 4h da matina…haha!! Me deparei com José Saramago e lembrei-me de você.

“Escrever é traduzir. Mesmo quando estamos utilizando a nossa própria língua. Transportamos o que vemos e o que sentimos para um código convencional de signos, a escrita…

…e deixamos às circunstâncias aos acasos da comunicação e a responsabilidade de fazer chegar à inteligência do leitor, não tanto a integridade da experiência que nos propusemos transmitir,…

…mas uma sombra, ao menos, do que no fundo do nosso espírito sabemos bem ser intraduzível, por exemplo…

…a emoção pura de um encontro, o deslumbramento de uma descoberta, esse instante fugaz de silêncio anterior à palavra que vai ficar na memória como o rasto de um sonho que o tempo não apagará por completo”.

Carinhosamente,
Val

AI, AI, VACINAS

A vacinação infantil é fundamental para evitar as doenças comuns da infância e diminuir a taxa de mortalidade infantil. Por isso que nós mamães mesmo com um aperto no coração e lágrimas nos olhos temos que ser fortes quando seguramos a perninha gorda do nosso bebezinho pra receber aquela agulhada. Nesse mês, o Beni tomou duas vacinas, uma pra meningite e outra pra pneumonia. Ou seja, as duas perninhas ficaram intocáveis e ele todo manhoso; afinal tão pequenininho e todo mês sendo “furado”…é de cortar o coração, visto que praticamente quase todas as vacinas costumam trazer tanto desconforto a ele.

Mas sei que é para o bem do meu garotinho e depois como dizem “melhor que ele chore agora do que eu daqui alguns anos”. Porém, eu choro junto com ele nesses momentos de dor. Tanto pelas agulhadas, quanto pelo cansaço. Ele fica sem dormir e febril, além de enjoadinho. Bom, nada que não superaremos amanhã; op’s, hoje se dormirmos o dia todo, afinal passamos a noite e a madrugada em claro. Tudo isso porque ele está lutando contra o sono até agora e, eu estou exausta (as olheiras me entregam).

Porém, aproveitei pra registrar esse momento que mesmo sendo dolorido realizamos com muito amor, já que é um ato de extrema importância a saúde dele. Vou tentar fazê-lo dormir imediatamente, pois está sendo vencido pelo cansaço.

Quanto a mim, fica claro o esforço de manter-me acordada e animada para falar com ele quando começa a resmungar…

…de qualquer maneira é gostoso ficar sentindo o corpinho dele sobre o meu e perceber que toda vez que o Beni acorda ele me cheira. Isso é encantador!!

Fico por aqui, afinal já são 05h30 da manhã.

Bom dia a todos!!

AMOR…

“O amor é uma fonte inesgotável de reflexão,

profunda como a eternidade, alta como o céu,

vasta como o universo”, Alfred de Vigny.

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